Avança a organização para a Greve Nacional!

É hora de unificar para não privatizar!

Se a “ficha ainda não caiu” para todos, é bom reafirmar: a redução do peso da Petrobrás no sul e no nordeste com a venda de refinarias, dutos, terminais, fábricas de fertilizantes e campos terrestres significa a reta final no caminho de desmonte e privatização da Petrobrás, que vem sendo pavimentado há anos e que agora nos coloca diante da disjuntiva: mobilizar ou entregar! Será assunto de aula de História a Petrobrás integrando a cadeia nacional de combustíveis, indutora da economia nacional, empregadora de centenas de milhares de trabalhadores. Não dá para esperar mais uma notícia triste ou depositar todas as esperanças na eleição de outubro. A hora é agora!

Assembleias e atos de 15 a 23/5 preparam a Greve Nacional

A reunião nacional semana passada integrou os sindicatos da FNP com AEPET, AMBEP e ativistas das refinarias atacadas e de outras bases, bem como movimentos sociais como a FIST e o SOS EMPREGO (fotos). Infelizmente, a FUP se recusou mais uma vez a estar presente nesta articulação, mas insistiremos em construir uma pauta e um calendário unificado para a realização da greve. A proposta para as assembleias é deliberar o Estado de Greve contra a privatização, o equacionamento e a perda de direitos (BF, AMS, Plano de Carreira etc.). A deflagração do movimento deverá ser articulada nacionalmente, com indicativo para o início de junho. Estaremos a postos!

De Luto e na luta – Neste 16/05, é dia de trabalhar de preto e se integrar ao ato, às 12h30, na porta do Edisen. Esta foi uma das propostas aprovadas na reunião da Comissão de Base, que teve participação de mais de 100 trabalhadores.

Ampliar o apoio na sociedade e integrar a defesa das estatais – Além da urgência de unificar e mobilizar toda a categoria petroleira vamos envolver e ampliar o apoio da sociedade, com uma campanha de mobilização nacional com a disputa da consciência para barrar a privatização da Petrobrás e a entrega do PRÉ-SAL, no marco de defesa de todas as empresas estatais e de seus papéis estruturantes do desenvolvimento nacional e promoção da dignidade que só o emprego garante e reproduz. Devemos nos unir às demais categorias que enfrentam a privatização e construir a Greve Geral no país, a exemplo da ELETROBRÁS, CORREIOS, EMBRAER, CEDAE, CASA DA MOEDA, daqueles trabalhadores e sindicatos que foram duramente afetados com o desmonte que segue, como Metalúrgicos (ESTALEIROS) e Construção e Montagem (COMPERJ/RNEST), bem como com os servidores e a população que estão sofrendo com o desmonte na saúde e na educação.

Assembleias deliberarão também sobre PLR

Nossa avaliação é de descumprimento do acordo e indicamos a rejeição da proposta. Temos que assegurar o valor devido a cada trabalhador, e incluir os trabalhadores de Araucária.

A empresa desconsidera parcelas que compõem a remuneração e propõe pagamento abaixo do acordado, especialmente ao pessoal operacional, mas também desconsiderando hora-extra, auxílio-almoço e adicional regional, por exemplo, de boa parcela do administrativo. Entretanto, para os gerentes, inclui no cálculo a gratificação da função, extrapolando qualquer relação piso-teto considerável!

O Jurídico da FNP elaborou um parecer sobre a “Metodologia para definição e pagamento de PLR no Sistema Petrobrás”, considerando que deve ser rejeitada, por não cumprir o acordo anteriormente assinado, no quesito remuneração.

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