Petrobrás perde recurso em processo contra práticas antissindicais

Na sexta (31) foi confirmada em segunda instância a sentença contra a prática antissindical da direção da Petrobrás quando impediu dirigentes sindicais liberados de ingressarem na empresa em 2018. A ação confirma, inclusive com o Judiciário negando o recurso da empresa neste processo, os abusos que a atual hierarquia tem cometido contra os petroleiros e seus representantes sindicais.

Histórico de práticas antissindicais

Desde a posse, essa diretoria bolsonarista acentuou perseguições aos petroleiros. Uma das medidas foi bloquearem o acesso de dirigentes sindicais liberados à empresa, prática que se repediu depois de 2018, durante as negociações do ACT 2019 e na greve deste ano. Vale lembrar também a mais recente condenação da empresa por prática antissindical na retirada dos cargos de duas consultoras dirigentes sindicais, Carla Marinho e Patricia Laier pelo único fato delas serem dirigentes sindicais, ação que já recebeu o reconhecimento do Ministério Público do Trabalho em defesa das duas trabalhadoras.

Há ainda relatos de petroleiros sobre assédios variados como, por exemplo, para que se desfiliem do Sindicato.

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