Petroleiros do Edisen e Edise protestam contra reforma previdenciária e exigem proposta de ACT

Petroleiros do Edisen e do Edise protestaram, nesta terça (5/12), contra a proposta de reforma da previdência do governo Temer (PMDB), que ataca o direito de aposentadoria de milhões de trabalhadores. Os petroleiros também exigiram que a Petrobrás apresente uma nova proposta de ACT e fizeram duras críticas à forma de equacionamento do Plano Petros 1, que joga sobre a categoria o ônus das dívidas da empresa com a Petros.

As manifestações foram parte da Greve Nacional contra a reforma previdenciária, inicialmente convocada pelas principais centrais sindicais do país, mas depois renegada por CUT e Força Sindical. Apesar do recuo das centrais pelegas, as atividades da Greve Geral desta terça (5) foram mantidas por um expressivo número de sindicatos (como Sindipetro-RJ) e federações, além da CSP (Central Sindical e Popular) Conlutas, a partir do entendimento de que sómente o crescimento das mobilizações fará o governo desistir da reforma previdenciária.

No Edise, o protesto teve participação dos petroleiros da Operação do Edifício-Sede, cujo serviço a Petrobrás quer terceirizar.

 

 

 

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