Petroleiros vendem gás de cozinha mais barato para denunciar política de preços do governo

Em uma ação de greve os petroleiros do Sindipetro-RJ realizaram nesta quinta-feira uma venda de 100 botijões de gás de cozinha para à população do bairro do Cachambi, Zona Norte do Rio, ao preço de R$30. O objetivo da iniciativa foi denunciar a política de preços aplicada pela direção da Petrobrás que atrela os preços dos combustíveis ao preço de importação no mercado internacional.

Marcelo, que é taxista, uma das categorias mais prejudicadas com os sucessivos aumentos dos combustíveis critica a política de preço aplicada pelo governo federal através da Petrobrás. “Está difícil, o trabalho já está fraco, com o combustível aumentando toda hora. Sofremos muito com isso, é um absurdo o preço atual do gás de cozinha, e acredito que esse valor de R$ 30 seria um valor justo para venda” – disse.

 

 

 

A iniciativa do Sindipetro-RJ compõe uma ação nacional dos Sindicatos petroleiros de outras regiões e estados que organizam a Greve Nacional Petroleira. Nesta quinta, por todo o Brasil, os sindicatos ofereceram à população gás de cozinha abaixo do preço praticado pelo mercado de distribuidoras de gás de cozinha.

“Essa é uma ação combinada dos sindicatos petroleiros de todo o país da FNP e FUP para denunciar a política de preços do governo e da Petrobrás, que, aliás, deixa de cumprir seu papel social à população deixando de vender, por exemplo, gás de cozinha mais barato. Então o objetivo desta ação é conscientizar à população que se pode vender gás de cozinho com um preço mais barato” – explica Eduardo Henrique, diretor do Sindipetro-RJ.

 

Versão do impresso Boletim 192

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