Sobre o ACT, privatização e #ForaBolsonaro

Como todos sabem, a empresa negou a prorrogação do ACT e apresentou uma proposta com reajuste zero, diminuição nos adicionais do operacional, aumento da participação na AMS, ataques à autonomia e atuação sindicais.

Tudo isso, enquanto se aproveita da pandemia – à qual se recusa a combater efetivamente – para avançar também na privatização, com uma série de ataques nos últimos dias, principalmente no Norte-Nordeste. Esta luta se associa umbilicalmente à da preservação de empregos e direitos.

Em entrevista na quarta (1), Castello Branco escancarou seu plano de demissão em massa, embora insista em dizer que não as pratica. Segundo ele, além do PDV, que colocaria para fora 10 mil empregados, a venda das refinarias significará a demissão de mais 5 mil pais e mães de famílias.

O Sindipetro-RJ acredita inclusive que isso não pára por aí, que esse plano se estende por outros ativos imobilizados e setores administrativos, a partir da generalização de fechamento de prédios, teletrabalho e acordos individuais, além da instrumentalização da questionável avaliação de desempenho, que será utilizada como ferramenta demissional.
Incorporamos assim os eixos de campanha da FNP que são: o ACT, a luta contra as privatizações do sistema Petrobrás e o Fora Bolsonaro (incluindo Mourão, Paulo Guedes e Castello Branco).

10 julho – Dia Nacional de Luta pelo #ForaBolsonaro

Agora em julho seguimos com uma programação de lives produzidas em conjunto pelos sindicatos filiados à Federação (equivalentes às mesas do Congresso anual da FNP) ao longo do mês.
São atividades presenciais e virtuais que devemos intensificar e que têm o dia 10/07 como marco da campanha da FNP, compondo o Dia Nacional de Luta (10/07), junto à iniciativa do fórum unitário nacional pelo Fora Bolsonaro, quando deverão acontecer paralisações/atrasos presenciais e virtuais, além da ocupação das redes sociais.

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