O acidente provocou a morte de 11 trabalhadores e culminou, cinco dias depois, no afundamento da Unidade
Adilson Almeida de Oliveira
Charles Roberto Oscar
Emanoel Portela Lima
Ernesto de Azevedo Couto
Geraldo Magela Gonçalves
Josevaldo Dias de Souza
Laerson Antônio dos Santos
Luciano Cardoso Souza
Mário Sérgio Matheus
Sérgio dos Santos Souza
Sérgio dos Santos Barbosa
Presentes!
Jamais esqueceremos!
Em 15 de março de 2001, uma sequência de explosões na P-36, instalada no campo de Roncador, na Bacia de Campos, resultou em uma das maiores tragédias da história da indústria do petróleo no Brasil.
As investigações apontaram que o acidente teve início na madrugada quando uma explosão atingiu um tanque de drenagem de emergência na coluna da plataforma.
Minutos depois, uma segunda explosão de grande intensidade atingiu áreas do convés, atingindo integrantes da brigada de emergência que atuavam no local.
O relatório da comissão de investigação, formada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e pela Diretoria de Portos e Costas da Marinha, identificou uma combinação de falhas operacionais, problemas de manutenção e deficiências de projeto. E também procedimentos inadequados na operação de esgotamento de tanques, falhas em válvulas e pressurização indevida de equipamentos, que levaram ao rompimento do sistema e à liberação de gás.
Após as explosões, a plataforma sofreu alagamento progressivo e perda de estabilidade, levando à sua inclinação e posterior afundamento em 20 de março de 2001, a cerca de 150 quilômetros da costa brasileira.
A tragédia marcou profundamente a categoria petroleira.
O Sindipetro-RJ não apenas lembra o acontecimento, mas está em luta permanente pela necessidade de fotalecimento dos sistemas de segurança operacional, manutenção e gestão nas unidades Offshore.
Para que histórias como essa nunca mais se repitam! Em defesa da vida, por segurança e respeito aos trabalhadores e trabalhadoras do setor!