O Sindicato encaminhou documento para a Transpetro cobrando a instalação imediata de estruturas cobertas, seguras e adequadas para a espera para embarque e desembarque dos trabalhadores em todos os pontos do TABG – Ponte do Barão, na Ilha D’Água, na Ilha Redonda, na Ilha Comprida e demais píeres
Ainda no ofício, enviado na quarta-feira (02/04), o Sindicato exige esclarecimentos formais e a apresentação de um cronograma real e atualizado referente à entrega dos novos catamarãs prometidos pela presidência da empresa.
Condições precárias de transporte
Segundo o documento, a situação tem obrigado os trabalhadores a formarem filas e aguardarem o transporte a céu aberto, expostos às intempéries, seja debaixo de sol intenso ou de chuvas. Tal situação compromete a saúde desses trabalhadores, além de configurar um risco desnecessário e um desrespeito à dignidade humana em momentos de transição para o posto de trabalho.
Também é denunciada mais uma vez as condições precárias das próprias lanchas utilizadas para o transporte. Tratam-se de embarcações de ferro obsoletas, cujo estado de conservação gera constante insegurança entre os passageiros.
Promessa não cumprida pela Transpetro
Cabe lembrar, que em janeiro de 2024, o próprio presidente da empresa, Sérgio Bacci, esteve presente nas instalações, visitando lancha por lancha, quando firmou o compromisso direto com os trabalhadores de que, no prazo de 18 meses, providenciaria a substituição da atual frota por novos catamarãs. Porém, o prazo estipulado se encerrou em julho de 2025. E assim, o que foi dito se esvaiu como um vento de promessa não cumprida, em que a realidade é da permanência das condições precárias para os trabalhadores do terminal.