Na manhã da terça (24/02), o Sindipetro-RJ realizou ato na entrada dos trabalhadores próprios e terceirizados no Terminal de Angra dos Reis.
Periculosidade – Uma importante reivindicação é o pagamento da periculosidade pra valer e para todos em terminais, refinarias e plataformas.
A Transpetro pratica mudança de ênfase ao chamar trabalhadores próprios em regime administrativo para trabalhar no turno tanto no TEBIG quanto no TABG sem consultar os empregados locais. O Sindipetro-RJ vai cobrar respeito aos trabalhadores das unidades. O Sindicato continua empenhado em buscar o pagamento dos adicionais locais: o de dutos e o Adicional de Regime Especial de Campo (AREC) .
A CSP-Conlutas participou do Ato, colaborando no debate sobre a responsabilidade da Petrobrás ao praticar a terceirização e conviver com situação recorrente de calotes.
Estado de Greve – Os empregados da Solserv estiveram reunidos em assembleia no mesmo dia e mantiveram o estado de greve com reavaliação em próxima assembleia na semana que vem. Eles cobram o pagamento do retroativo da correção de benefícios referente aos meses de setembro e outubro de 2025.
Uma das mais importantes lutas dos terceirizados é a equiparação regional tendo como base a tabela salarial e os direitos praticados em Duque de Caxias.
Piorando ainda mais a situação no Terminal, no contrato de Manutenção, Elétrica, Instrumentação e Caldeiraria (MEIC) houve troca de empresas e, nessa mudança, seis trabalhadores que estavam há dezenas de anos no serviço foram demitidos e – segundo relatos – essas seis vagas estariam sendo usadas numa espécie de cabide de empregos, pois teriam sido pedidas pela Transpetro.
O Sindipetro-RJ rechaça esse tipo de conduta e vai buscar esclarecimentos.
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