A urgência de debater o nosso Plano de Cargos, Carreiras e Salários é uma realidade. Já em janeiro deste ano, a FNP enviou uma carta oficial à Petrobrás solicitando uma reunião específica sobre o tema. Mas até agora, não tivemos resposta, até quando essa embromação vai continuar?
Petrobrás segue enrolando
A empresa está exigindo a suspensão dos processos judiciais para, só então, começar a contar o prazo de 120 dias. Porém, essa exigência é mais uma opção política do que uma necessidade real da Petrobrás. Embora tenha sido uma imposição no bojo do ACT, basta que a empresa apresente a proposta.
Não vamos suspender ações em troca de promessas que não se cumprem
O Departamento Jurídico do Sindipetro-RJ está avaliando as consequências da exigência da empresa, cruzando inclusive com o que a legislação eleitoral permite (ou proíbe) fazer e até quando.
O fato é que não abriremos mão das nossas ações judiciais em troca de nada, muito menos para cair em uma negociação sem prazo, sem efetividade e sem compromissos reais.
Queremos uma proposta qualificada de PCCS!
É dever da empresa, em respeito aos trabalhadores e ao expressivo acúmulo das entidades sobre o tema, colocar na mesa uma contraproposta qualificada, que dialogue de verdade com as demandas da categoria.
Seguimos também reivindicando que a outra federação aceite a Mesa Única, dado que foi entregue há séculos uma proposta única das duas federações. Essa é uma unidade que nos fortalece!
Insistimos na apresentação de um novo plano, e não um mero “remendo” no atual PCR!
Este compromisso público é mínimo, se queremos iniciar uma negociação séria.