TABG: mobilização contra o autoritarismo da gestão local

Os trabalhadores próprios e contratados participaram de uma mobilização no terminal denunciando o assédio moral e cobram aplicação da empregabilidade local para novas contratações

Na manhã desta terça-feira (20/10), o Sindipetro-RJ esteve presente no Terminal Aquaviário Baía da Guanabara (TABG), unidade da Transpetro, em uma atividade de mobilização, denunciando o autoritarismo da gestão local que está emitindo uma série de punições contra  cinco operadores próprios, sendo um supervisor – que perdeu o cargo – , que sofreram advertências por escrito, prejudicando suas respectivas pontuações no cálculo reduzindo em 50% o pagamento de remuneração variável, no caso o Programa de Prêmio por Performance (PPP), configurando assim o assédio moral.

Contratados também sofrem com o autoritarismo reinante no terminal

Contra os contratados, há também relatos de assédio por parte das empresas prestadoras de serviço no terminal, em específico a empresa LCA, que não aceita a aplicação da Convenção Coletiva da categoria.  

O Sindipetro-RJ teve acesso ao caso de um trabalhador da lancha Noas que foi demitido após se sentir mal e se acidentar. Outro caso de assédio contra contratados foi do caso de uma trabalhadora da segurança patrimonial, contratada da Vig Fat que foi retirada do posto após retornar do afastamento médico.

A mobilização no TABG pautou também a empregabilidade local, que seria uma reserva de empregos para futuros contratados que moram na região da Ilha do Governador.

 

 

  

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