Terceirizados do TABG aprovam pauta de campanha salarial

Trabalhadores contratados de empresas que prestam serviços no terminal da Transpetro, na Ilha do Governador realizaram uma mobilização e assembleia em que aprovaram por unanimidade a pauta de reivindicações do Sintraconst-Rio para a Convenção Coletiva de 2026

A mobilização que contou com apoio do Sindipetro-RJ teve grande adesão na troca de turno na “ponte do Barão”. O Sindicato esteve presente com seus diretores JP Nascimento e Sérgio Paes, que em suas falações denunciaram como a Petrobrás está tratando com desleixo a situação dos trabalhadores terceirizados em relação aos contratos no sistema em todas as bases, exemplo atual da PCI Brasil que está com contratos operando na Transpetro e Petrobrás em todo o Brasil.

Há denúncias de trabalhadores que tiveram contratos suspensos ou encerrados, situação recorrente em diversas empresas contratadas, como, por exemplo, aconteceu com o contrato de pintura da manutenção que deixou de existir no TABG, gerando dezenas de desempregados. Além disso, os terceirizados do terminal exigem isonomia salarial para com outros terminais.

O trabalhadores próprios cobram um tratamento com respeito para mudança de ênfase quando surgirem vagas para o turno, já que a reposição de efetivos é cada vez mais premente no terminal

Um modelo de gestão que prejudica os terceirizados

O Sindipetro-RJ critica o atual modelo de gestão pós 2015 no sistema Petrobrás que quebra as empresas terceirizadas, prejudicando os trabalhadores que são afetados por conta de atrasos e calotes. Nos últimos dois anos já são mais de 17 empresas terceirizadas que deram “gata”.

Por fim, os dirigentes do sindicato petroleiro criticaram a desvalorização tanto dos contratados como dos trabalhadores próprios com piso salarial defasado em relação às empresas do ramo do petróleo. Hoje o sistema Petrobrás entrega tudo para os acionistas e esquece de quem realmente gera o lucro pra empresa, os petroleiros.

 

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