28 de outubro: Dia Nacional de Luta Contra a Reforma Administrativa e as Privatizações

Nesta quarta-feira (28), o Fórum de Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasefe), o Comitê de Luta em Defesa do Povo Brasileiro Contra as Privatizações, e entidades dos(as) trabalhadores(as) das empresas estatais e dos servidores(as) dos estados e dos municípios, promovem o “Dia Nacional de Luta Contra a Reforma Administrativa e as Privatizações”. Serão realizados atos presenciais e virtuais . No Rio, a partir de 16h, ato na Candelária.

Nos terminais, refinarias, usinas e bases operacionais da FNP também acontecem protestos na manhã desta quarta-feira.

Além disso, os petroleiros e petroleiras chamam atenção para as punições que estão ocorrendo contra trabalhadores da Petrobrás, em específico a quatro trabalhadores da REGAP, como também denunciam a proposta indecente de PLR, garantindo o PPP (Programa de Prêmio por Performance) para engordar os ganhos dos chefões. Ou seja, tirando dos que ganham menos para dar aos que ganham mais.

Um basta à entrega do patrimônio público

Não podemos permitir que as empresas de prospecção, exploração e refino de petróleo, como a Petrobrás; bancos públicos seculares; correios com honrosa tradição de serviços, portos e serviços portuários, empresas de eletricidade, de saneamento, de comunicação pública, de tratamento e proteção de dados públicos, transporte público, serviços públicos de todas as esferas tenham de viver a ameaça de extinção ou de privatização total ou parcial, ameaçando o emprego de milhares de trabalhadores e a soberania nacional. Desfazer-se dessas empresas significa deixar o Brasil à mercê dos interesses de outras nações.

Para lutar contra esse desmonte faz-se imperativa a integração de todos os movimentos mobilizados para resistir pelo Brasil. O futuro do nosso povo também passa pelo desenvolvimento dessas empresas, essenciais para a distribuição da riqueza gerada por e para os brasileiros.

Os exemplos dos povos da Argentina, Bolívia e agora Chile, que rechaçaram o entreguismo, perda de direitos, exigindo um modelo mais justo e humanitário deve chegar ao Brasil. O momento é de mobilizações e luta contra a política genocida de Bolsonaro e Paulo Guedes que desmontam o patrimônio e ameaçam vidas.

O Sindipetro-RJ/ e a FNP são signatários do “Manifesto pela Soberania” em conjunto com mais de 200 entidades de representação de outras categorias, nacionais e internacionais; além de parlamentares; partidos políticos e entidades.

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