Paralisações e atrasos dos petroleiros do Rio marcam este 15 de maio

Atualizado às 15h16

Em defesa da Petrobrás e contra os cortes na Educação feitos por Bolsonaro e Cia

Já nas primeiras horas desta manhã de 15 de maio, Dia da Defesa da Petrobrás e da Educação, os petroleiros no Rio de Janeiro e em todo o Brasil realizam atos contra a venda de oito refinarias, contra o aumento dos combustíveis, contra a reformada Previdência e contra os cortes de verbas da Educação e o desmonte promovido pelos entreguistas, Jair Bolsonaro, Paulo Guedes e Roberto Castello Branco.

No Rio, as mobilizações ocorreram nesta manhã no TABG, TEBIG, CENPES e Comperj com paralisações e atrasos na rendição de turnos.

No CENPES, a concentração contou com apoio do DCE da UFRJ e do SINTUFRJ, sendo proposta futuramente a realização de uma aula pública sobre a situação da Petrobrás.

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Demonstrando foco na unidade petroleira, a FNP participou de um ato na REDUC

“É importantíssimo termos de forma clara a necessidade da unidade na luta que precisamos construir entre a FUP e a FNP, e todos os seus sindicatos e a base de trabalhadores, neste momento. Nós vemos os ataques aos nossos direitos de forma concreta; seja na gestão da Petros, contra a nossa aposentadoria, na questão da AMS; na nossa Segurança do Trabalho que é apontada pelo governo Bolsonaro em até acabar com a NRs. Então, este é o momento de encaminhar a mais ampla unidade” – disse Vinicius Camargo, diretor do Sindipetro-RJ e da FNP na REDUC, durante o ato.

 

Os petroleiros também participaram de um ato na frente do Hospital Universitário da UFRJ na Ilha do Fundão, na mobilização  em defesa da Educação (Ensino, Pesquisa e Extensão) – “Não tem trabalho se não há educação. Não tem desenvolvimento sem Educação. Defender o Brasil é defender a Educação!” – era a palavra de ordem.

Ainda nesta mobilização foi proposta uma preparação conjunta para a Greve Geral do dia 14 d ejunho, na formação de uma base para unificação da luta da Educação com a defesa da Petrobrás.

Na parte da tarde ocorreram  atos no EDICIN (12h30), EDISEN (13h)

No Edicin foi ministrada uma aula pública  com Eduardo Serra (Pró-Reitor de Graduação da UFRJ) e Ney Robinson (CENPES e Sindipetro-RJ) “Educação Pública e as Estatais: Conexão necessária para o Desenvolvimento”, que tratou do duro ataque à Educação Pública, com vultosos cortes orçamentários, enquanto avança o projeto de privatização da Petrobrás (com foco nas refinarias) e demais estatais.

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Já no EDISEN ocorreu uma concentração em que foi realizada uma roda de conversa sobre o processo de desmonte da Petrobrás e como isso afeta os investimentos na Educação.

 

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Mais tarde concentrados no EDISE (16h30), um grupo de petroleiros  marchou ao  ato principal em favor da Educação na Candelária que começou a partir  de 17h, mobilizando mais de 200 mil pessoas.

 

 

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