Sobre a mais recente falsa acusação de Rafael Sobreiro

Novamente, ao melhor estilo fake news, o diretor Rafael Sobreiro expõe fragmentos de um vídeo relativo a um Colegiado realizado no Sindipetro-RJ, ocorrido em novembro de 2019, descontextualiza os fatos e distorce a situação, de modo a utilizar o episódio em sua campanha de perseguição contra o diretor Igor Mendes. O vídeo mostra (não há áudio) que os diretores Igor Mendes e Andre Rabello discutem durante um dado momento no Colegiado (já ao final) e outros diretores buscam cessar a discussão.

O que realmente aconteceu?

Depois de mais relatos de trabalhadores, próprios e terceirizados, acerca de condutas inadequadas e práticas de assédio moral cometidas pelo diretor André Rabello, Igor se senta em frente ao referido diretor e o repreende com muita indignação e solidariedade ao sofrimento alheio. Ao adotar atitude esperada de um diretor sindical, Igor é apontado por Rafael como o agressor da história.

O que é chamado de agressão ao diretor Rabello? Questionar se ele achava normal tratar os trabalhadores como vinha tratando? Exigir que ele mudasse sua postura para com os trabalhadores que o denunciaram? Mostrar sua indignação e revolta com um dirigente sindical acusado diversas vezes de comportamentos inadequados contra trabalhadores?

Rafael esquece que neste mesmo Colegiado, minutos antes, ele próprio acusou outros diretores e diretoras de “quadrilha”, nesta e em outras ocasiões, pelo qual também responderá.

Junto ao fragmento de vídeo já citado, Rafael divulga aúdio com outras acusações, já atestadas inexistentes pela Comissão de Trabalhadores. ( http://bit.ly/DECLARACAO2 ). Na verdade, tais acusações pendem justamente sobre Rafael e Andre.

Importante informar que as denúncias dos trabalhadores, próprios e terceirizados, quanto aos constrangimentos contínuos e a violência psicológica reiterada, foram em grande parte relatados à Comissão de Trabalhadores, que cumprindo adequadamente a função que lhes compete levou as denúncias à Direção Colegiada, exigindo providências. As denúncias, que estão sendo apuradas, encontram-se disponíveis para consulta no sindicato. Não serão expostas por envolver trabalhadores. 

Algumas destas denúncias contra o diretor André Rabello foram também relatadas ao GT de Combate às Opressões do sindicato, que em abril/2019 emitiu um Relatório Prévio, igualmente disponível para consulta, após a oitiva de outros funcionários, indicando que a denúncia da trabalhadora foi confirmada por testemunhas.

Teto de vidro

Rafael Sobreiro esquece que em 10.12.2019, durante a AGO de prestação de contas do sindicato, foi acusado de assédio por uma ex funcionária diante de todos, conforme pode ser visto em http://bit.ly/AGO10-12.

Rafael também esquece que em 06.12.2019, outra funcionária o denunciou por práticas similares, registrando, inclusive, Boletim de Ocorrência junto à 01ª Delegacia de Polícia da Capital. (B.O. n° 001-00082/2020). A denúncia também está sendo apurada.

Por fim, ele esquece ainda que um conjunto de trabalhadores, a assessoria jurídica, o está processando pelas afirmações mentirosas ditas a respeito dos mesmos, com o objetivo de desqualificar estes profissionais, acusando-os de vinculações partidárias e práticas irregulares, o que foi devidamente apurado pela Direção Colegiada, sendo decidido por unanimidade de votos que não havia qualquer irregularidade por parte dos referidos profissionais. Veja no que (não) consiste o dito “dossiê” de denúncias contra a assessoria jurídica: http://bit.ly/fakeNEWS1.

Importante observar que agindo com a transparência e boa-fé com que sempre pautaram suas ações, os referidos profissionais comunicaram oficialmente à Direção Colegiada que iriam ingressar com ação judicial em face de Rafael Sobreiro e, este, ao ter ciência do iminente processo enviou e-mail datado de 03.12.2019, intitulado “Negociação – Ação Judicial contra diretores” (http://bit.ly/PR0P0STA).

É chocante o descompromisso de Rafael com a verdade – que passa a ser negociável – em sua tentativa de convencer a direção de um sindicato classista a dissuadir trabalhadores terceirizados a lutar por seus direitos.

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