Para Magda retroceder o retrocesso do Teletrabalho, pagar a dívida com a Petros, recompor nossos direitos e carreira e contratar o efetivo necessário, vamos ter que arregaçar as mangas!
Para colocar Trump para fora do Brasil e Bolsonaro para dentro da cadeia, é urgente construir uma frente classista anti-imperialista, não vai ser com esta burguesia, Centrão ou com o Agro que vamos vencer. Para fazer Lula acabar com a escala 6×1 ou mexer no IR, quem dirá interromper a remessa de dólares para os bilionários ianques, estatizar setores estratégicos, impedir que a Petrobrás siga jorrando dividendos para banqueiros, enquanto quem paga o pato é quem precisa dos serviços de Saúde e Educação, sufocadas pelo Arcabouço Fiscal, devemos apostar na mobilização dos trabalhadores, independente de governos e patrões.
FNP e FUP assinaram o mesmo projeto de Plano de Cargos, estão convocando mobilizações unitárias contra os PEDs, realizaram o Encontro de Mulheres e daqui a pouco começa a negociação do ACT, cujas pautas certamente terão muitas coisas iguais ou parecidas. Entretanto, os congressos das federações apontam estratégias diferentes. Voltaremos ao tema no Editorial da próxima semana.
E agora, aonde vamos? Antes de voltarmos para a arena é a hora de fazer balanço das mobilizações do primeiro semestre, bem como analisar o resultado de cada congresso. No boletim da semana passada divulgamos importantes resoluções da FNP.