O Sindipetro-RJ condena com veemência essa decisão do Governador Tarcísio de Freitas que tenta com isso mais uma vez atacar o movimento sindical e os trabalhadores, justamente na celebração do seu dia
PMESP deu preferência para grupos bolsonaristas realizarem o grande ato na Avenida Paulista, principal espaço de atos políticos.
A Central Sindical CSP-Conlutas e outras entidades do movimento sindical e social foram impedidos pela Polícia Militar do Estado de São Paulo (PMESP) de realizarem na próxima sexta-feira (1º de maio) um grande ato pelo Dia Mundial do Trabalhador.
A PM de São Paulo alegou que por ser um “ano eleitoral” há possibilidade de tensão entre os movimentos. A corporação ainda informou que se o veto não for cumprido irá convocar o Batalhão de Choque.
Ao dar preferência para os grupos bolsonaristas (Patriotas do QG, A Voz da Nação e Marcha da Liberdade), o governo de Tarcísio Freitas mostra que é comprometido de fato com a extrema-direita bolsonarista que pauta golpes de Estado, atacando a soberania ao defender privatizações de empresas como a Petrobrás, e se colocando contra os direitos dos trabalhadores. A representatividade desses grupos é questionável, pois, por exemplo, o grupo Patriotas do QG possui uma página no Instagram que não chega a 4 mil seguidores.
Ao Jornal Folha de São Paulo, o dirigente da CSP-CONLUTAS, Luiz Carlos Prates disse que a decisão da PMESP é absurda e arbitrária.