TABG: empresa GPS proíbe divisão de alimentos entre os trabalhadores

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Feitores de engenho continuam soltos pelo Terminal

A situação é no mínimo bizarra. O Sindipetro-RJ recebeu denúncias de que os vigilantes do Terminal Aquaviário da Baía de Guanabara (TABG), terceirizados pela empresa GPS, estão sendo impedidos de aceitar comida que os técnicos de operação oferecem a eles. Os que desobedecem são repreendidos e ameaçados de demissão.

Entenda a situação:

O número de vigilantes é em torno de apenas cinco. Eles recebem um valor de vale alimentação, mas o valor é insuficiente e eles levam quentinhas para fazer suas refeições. Porém, para os técnicos de operação, principalmente nos píeres, a alimentação é mais do que suficiente e com sobras. Como os trabalhadores usam o mesmo espaço para se alimentarem, é costume o compartilhamento de alimentos entre os todos.

Por onde andam os responsáveis pelo monitoramento dessa empresa?

Segundo relatos, a GPS já chegou ao absurdo de montar um esquema de vigilância especial com um vigia e câmeras para monitorar se alguém ganhou uma colherada ou um pedaço de alimento dos técnicos operacionais e a ameaça mais recente foi por causa de um bife! A que ponto chegamos!

Esses chefes precisam passar urgente por aulas sobre direitos humanos, legislação jurídica e improbidade administrativa e a Transpetro precisa avaliar melhor as empresas prestadoras de serviços, incluindo a proibição de ações inaceitáveis como essas em seus contratos.

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