Transpetro precariza instalações e trabalhadores é que são penalizados

Em virtude de um cabo de energia partido há cerca de um ano foi feita uma adaptação em uma subestação elétrica do TEBIG, terminal da Transpetro, sem a devida Gestão de Mudanças e os treinamentos devidos nos padrões alterados. Isso culminou em um acidente com um trabalhador durante serviço de manutenção.

Além da quase perda da vida de um trabalhador por claras falhas da gestão da empresa, não satisfeita, a empresa ainda puniu o Técnico de Manutenção Nilson Miranda, dirigente sindical e membro da CIPA, que participou da liberação do serviço, numa evidente perseguição política, pois o Sindipetro-RJ participou da investigação do acidente e apontou as falhas de gestão.

Raposa cuidando da ovelha

Outro absurdo apontado pelo Sindicato é que o supervisor da Transpetro da área onde ocorreu o acidente, além de superior imediato do punido, é o fiscal da contratada, e mesmo assim fez parte da Comissão de Investigação do Acidente. Mesmo com todas as evidências, o relatório final da investigação não expressou os absurdos e por isso não foi assinado pelo Sindipetro-RJ.

Essa é mais uma punição arbitrária da empresa contra dirigentes sindicais numa tentativa de intimidar os trabalhadores. Essas informações nos chegaram praticamente no fechamento dessa edição No próximo Boletim traremos uma matéria mais detalhada. O Sindipetro-RJ não aceitará passivamente mais esse ataque a categoria. Lutaremos contra essa e outras punições arbitrárias.

Versão do impresso Boletim CXXXII

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