Um 1º de Maio pela vida

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A crise é complexa. O Brasil governado por Bolsonaro está afundando em problemas sanitários e econômicos. A sociedade assiste ao pior governo de todos os tempos. A política reflete os atos de uma pessoa que jamais poderia estar ocupando a Presidência. Precisamos derrubá-lo.
Na contra-mão até dos governos mais reacionários do mundo, Bolsonaro se nega a garantir a vida de milhões de trabalhadores, que estão rompendo o isolamento porque precisam sair em busca do sustento mínimo. Estamos computando milhares de óbitos e a curva de contaminações cresce! Precisamos exigir o aumento e o auxílio emergencial já! Precisamos garantir vidas!
Aos trabalhadores essenciais não está garantida nem a prevenção adequada à COVID-19, nem os empregos e salários.
Plataformas, refinarias, terminais, usinas e obras na indústria do petróleo candidatam-se fortemente a uma bomba relógio de disseminação do coronavírus.
Num estado limite diante de uma pandemia, são as entidades organizadas, como o Sindipetro-RJ, e a auto organização nos bairros periféricos e favelas que estão levando algum tipo de conforto à população que está na base da pirâmide econômica e que é a mais atingida em todas as crises. Precisamos levar mais informação junto com as cestas básicas de alimentos e produtos de higiene.
Junto com a demissão de milhares de terceirizados, Castello Branco prepara demissões em massa também nas empresas do sistema, redução salarial, abandono dos aposentados e venda de ativos. É também contra tudo isto que organizamos este 1° de Maio.

VAMOS JUNTOS!

Nesse ano, o nosso grande ato vai ser virtual e a concentração terá de ser gigantesca. O Sindipetro-RJ vai estar com quem grita “Fora, Bolsonaro!”. Infelizmente, outros atos acontecerão, dividindo os trabalhadores. Mas precisamos estar juntos com quem não trai o povo.
Não vamos nos juntar a vendilhões como os governadores João Dória (PSDB), que só defende os empresários, e Wilson Witzel (PSC), que pratica e defende violência contra os mais pobres. Muito menos nos juntaremos ao famigerado ex-presidente FHC, aos “democratas” congressistas Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre, e ao Dias Toffoli, que preside hoje o Supremo Tribunal Federal.
Precisamos participar de um 1º de Maio honrando aos que morreram em 1886, aos que morreram em acidentes de trabalho, aos que adquiriram doenças no trabalho, aos aposentados, aos lutadores que foram assassinados nas ruas. Os protagonistas de nosso ato devem ser os que lutam pelas causas dos trabalhadores.
Convocamos todos os petroleiros a participarem do Ato classista, de luta e internacionalista, em defesa dos direitos, salário, emprego e renda! A vida acima do lucro, manter a quarentena!
Fora Bolsonaro, Mourão e Castellovírus! Na página do Sindipetro-RJ no Facebook, no dia 1º de Maio, a partir das 11h. Panelaço neles, às 20h30!

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