Eleição CA: vote Cassús 3131

Eleição para representante dos trabalhadores no Conselho de Administração da Petrobras tem início nesta segunda (08) e vai até 16/12

O Sindipetro-RJ apoia a candidatura de Eduardo Cassús. Vote 3131!

Quem é Cassús?

Hoje, Eduardo Cassús trabalha na Universidade Petrobrás. Ele é formado em Química do Petróleo e está há 23 anos na Empresa, tendo passado pelo Refino e CENPES, entre outros setores da Petrobrás.

Ao longo de sua trajetória, Cassús sempre esteve comprometido com a defesa dos direitos dos trabalhadores e com a busca por um ambiente de trabalho mais justo, saudável e produtivo. Sua candidatura ao Conselho de Administração representa a oportunidade de levar essa voz para o centro das decisões estratégicas.

Com uma visão clara sobre os desafios enfrentados pelos empregados, especialmente em relação ao Teletrabalho e à saúde mental, Eduardo Cassús se compromete a ser um conselheiro ativo, transparente e fiscalizador, garantindo que as políticas corporativas reflitam as necessidades reais da força de trabalho.

Filho de Defensores Públicos, neto de um ex-combatente da Segunda Guerra Mundial e bisneto de um líder sindical, Eduardo tem no DNA a coragem para lutar contra a opressão e a favor dos trabalhadores.

Cassús vai ser o representante dos trabalhadores no CA que vai se posicionar contra a venda de ativos, por uma Petrobrás voltada aos interesses do povo brasileiro, 100% estatal e com administração controlada pelos trabalhadores.

É preciso ter uma voz que se levante contra a missão atual de só atender aos interesses de acionistas e nada para os trabalhadores que constroem diariamente a Empresa.

Eixos da campanha

  • Construir um grupo de suporte técnico e político com os trabalhadores de base, sindicatos, associações e consultorias técnicas para análise crítica das pautas do Conselho e fundamentação de votos em defesa da soberania nacional e da categoria.
  • Propor e votar pelo aumento da participação da União na Companhia e pela limitação da distribuição de dividendos a acionistas, priorizando o reinvestimento do lucro no desenvolvimento nacional e na recuperação da estrutura verticalizada do Sistema Petrobras. As ações da Petrobras precisam ser retiradas da Bolsa de Nova Iorque.
  • Atuar contra a realização de novos leilões de reservas do Pré-Sal e venda de ativos, defendendo a Petrobras como operadora única e a recomposição da integridade da empresa “do Poço ao Posto” (anular as vendas de refinarias e BR distribuidora).
  • Propor uma política de Transição Energética liderada pela Petrobras, com investimento direto em geração eólica, geotermia e solar, com protagonismo da PBIO e desenvolvimento de tecnologia nacional.
  • Cobrar e votar por uma nova política de preços de combustíveis baseada estritamente no Custo Nacional de Produção e Refino, rompendo com a lógica de paridade internacional que favorece importadores privados e acionistas estrangeiros.
  • Defender um Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) negociado coletivamente com os sindicatos. Defender as conquistas e melhorias das condições do teletrabalho. Defender os direitos dos trabalhadores em regimes especiais.
  • Defender a vida, a segurança, a saúde física, mental e o meio ambiente.
  • Identificar e cobrar o retorno das atividades administrativas e operacionais no Norte e Nordeste, a exemplo do SEAP, garantindo o direito de retorno aos trabalhadores concursados transferidos compulsoriamente durante o desmonte.
  • Pressionar pela retomada da operação própria integral das FAFENs (Bahia e Sergipe) e demais ativos estratégicos, rejeitando o modelo de terceirização via contratos de O&M (Operação e Manutenção) que precariza a segurança e fragmenta a força de trabalho.
  • Cobrar a responsabilidade integral da Petrobras na gestão e custeio da saúde (AMS) e da previdência (Petros), combatendo equacionamentos abusivos e defendendo a gestão pelos trabalhadores.
  • Buscar solução definitiva para a anistia dos demitidos políticos e perseguidos por greves, além de exigir a isonomia de condições de segurança e benefícios entre trabalhadores próprios e terceirizados, visando zerar os acidentes fatais.
  • Dar transparência a todos os votos e posicionamentos assumidos no Conselho de Administração, tensionando o sigilo corporativo sempre que este ferir o interesse público ou da categoria.
  • Fazer reuniões periódicas presenciais nas bases e virtuais com os petroleiros da ativa e aposentados para prestar contas e coletar demandas para as reuniões do CA.
  • Buscar e propor a simplificação da comunicação das decisões estratégicas da empresa, traduzindo o “economês” do Conselho para a realidade do chão de fábrica e da sociedade.

Se você acredita que uma nova Petrobras é possível, esse é o seu candidato para o Conselho de Administração. Vote Cassús! Vote 3131!

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