Trabalhadores das empresas que prestam serviços para a Transpetro realizaram uma mobilização de atraso no terminal da empresa na Ilha do Governador, cobram regularização de salários e benefícios atrasados e fim dos calotes em rescisões contratuais
Os terceirizados também exigem isonomia de piso salarial para todas as unidades do sistema Petrobrás, onde prestam serviços.
Além disso, os trabalhadores estão sofrendo com a redução dos contratos, como aconteceu com um contrato de pintura cancelado pela Transpetro com a empresa Marte Engenharia, o que ocasionou a dispensa de dezenas de trabalhadores no TABG
Empresas como a PCI Brasil estão em vias de anunciar falência. Por sua vez, a Vos Engenharia fez a promessa de regularizar esses atrasos brevemente.
Já se tornou uma rotina na Transpetro, desde 2015, quando foi adotado o atual modelo de produção, a quebra de empresas terceirizadas, prejudicando os trabalhadores que são afetados por conta de atrasos e calotes.
Nos últimos dois anos já são mais de empresas terceirizadas que deram “gata”.
A mobilização dos terceirizados seguiu, posteriormente, para a sede da Transpetro, na Candelária, Centro do Rio.