Comissões de Acompanhamento do ACT: Diversidade e Combate à Violência no Trabalho e AMS

Em reunião na manhã desta quarta-feira (06/04), em comissão estipulado pelo ACT vigente,  a FNP e o Sindipetro-RJ cobraram melhorias nos canais de denúncias e participação dos sindicatos petroleiros nas investigações sobre casos relacionados ao tema no sistema Petrobrás

A federação reconhece que houve melhorias no tratamento do tema, com a criação de canais de denúncias, mas observa que existem muitas dificuldades, como, por exemplo,  em relação à situação dos terceirizados que sofrendo todo tipo de assédio e violência, acabam perdendo o seu emprego.

Há falhas claras no retorno de tratamento de denúncias, com situações de revitimização, havendo necessidade de melhoria na comunicação da empresa. Há também relatos sobre casos  de empregados que estão sendo diagnosticados como neuro divergentes, com demora da empresa em reconhecer o diagnóstico. em Já o Jurídico do Sindipetro-RJ cobrou qual o canal mais acessível para reclamações.

Por sua vez, a representação da empresa fez uma apresentação indicando suas metas para o tema da Diversidade e Combate à Violência no Trabalho e disponibilizou na reunião informações sobre a aplicação de programa inclusivo sobre Diversidade Sexual – Plano de Equidade LGBTQIAPN+.

O Sindicato reafirma que a luta contra todas as formas de opressão é uma questão fundamental e que é nosso dever coletivo o combate intransigente ao machismo, ao racismo, à LGBTQfobia dentro e fora do Sistema Petrobrás. Acompanhamos de perto a implementação dessas novas políticas e aguardamos melhores respostas sobre os outros temas debatidos na reunião.

Comissão de AMS – reunião de 05/05

Já na tarde de terça-feira (05/05), a FNP participou de uma reunião com a representação do Sistema Petrobrás pela Comissão de AMS, conforme acordado pelo ACT vigente. 

A federação e os sindicatos filiados apresentaram uma série de reclamações referentes ao credenciamento e descredenciamento de profissionais. A empresa apresentou diversos números relacionados às despesas do plano de saúde dos petroleiros, como o custo com o custeio administrativo, a da relação 70×30.

A FNP enfatizou sua preocupação com o uso dos recursos advindos da contribuição extraordinária, os 2% sobre a remuneração variável como uma despesa ordinária.

O Sindipetro-RJ ao longo dos últimos anos tem denunciado a  gestão da Assistência Multidisciplinar de Saúde (AMS) da Petrobrás, que aplicou mudanças como ataques aos direitos dos trabalhadores ativos e aposentados.  As sucessivas gestões têm precarizado o plano de saúde, aumentando os custos para os usuários e facilitando uma privatização velada, com a criação da APS.

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