Nesta segunda (01/06), o Sindipetro-RJ esteve ao lado dos terceirizados em mobilização na porta da sede da Transpetro em repúdio ao não pagamento das verbas rescisórias já homologadas pelo Sintraconst Rio, que representa estes trabalhadores. Isso é uma vergonha!
Em reunião com a Transpetro, houve acordo para pagamento de apenas 35% da dívida, mas sem definição de prazo. O restante, os trabalhadores terão que cobrar no Judiciário. Um absurdo!
Essa situação é recorrente no Sistema Petrobrás: empresas terceirizadas que alegam dificuldades financeiras ou encerram suas atividades sem garantir o pagamento dos direitos trabalhistas, deixando os empregados com suas famílias em sérias dificuldades financeiras.
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Do início deste ano até a falência, a PCI Brasil motivou vários protestos dos trabalhadores que denunciavam atrasos salariais, suspensão de benefícios e o não cumprimento de obrigações trabalhistas.
Para o Sindipetro-RJ, é inadmissível que trabalhadores terceirizados sejam submetidos a esse tipo de situação em um sistema empresarial que registra resultados bilionários e entrega dividendos extraordinários.
Petrobrás tem que aprovar o Fundo Garantidor
O Fundo é para proteger os terceirizados, assegurando o pagamento de salários, verbas rescisórias e demais direitos em casos de quebra ou abandono de contratos, além de passar a aplicar mais rigor na contratação das empresas prestadoras de serviço.
Há denúncias ainda sobre as condições de trabalho precarizadas enfrentadas pelos terceirizados, que não têm isonomia salarial e de direitos com os empregados próprios Petrobrás.
Toda solidariedade aos trabalhadores da PCI Brasil! Chega de calotes!