14/09 – o ‘Dia Nacional de Lutas’ na Petrobrás

Atualizado às 18:06

Na manhã desta quinta-feira (14) foram realizados atos e atrasos de protesto em  unidades da Petrobrás no Rio de Janeiro pelo ‘Dia Nacional de Lutas’ contra as reformas de Temer e as privatizações. No EDISE petroleiros, metalúrgicos, SOS Emprego e movimento social realizam um ato com a presença de centrais sindicais. Logo depois, a manifestação seguiu para o EDISEN, prédio em fica o presidente da Petrobrás, Pedro Parente.

“Estão desmontando a Petrobrás, Eletrobrás e o Estado brasileiro. Eu comecei a trabalhar na Petrobrás em 1956, vi surgir e crescer esse patrimônio brasileiro. Triste é ver como esse governo sem vergonha do Temer quer acabar com tudo isso, é lamentável. Mas precisamos resistir de qualquer jeito” – afirmou Reinhold Shopke, aposentado da Petrobrás que tem 86 anos de idade, e foi um dos primeiros a chegar no ato iniciado às 7 hs.

No Terminal Aquaviário Baía de Guanabara (TABG) , Ilha do Governador, ocorreu um ato na porta da unidade.

TABG 2

Além da contrarreforma as privatizações foram alvo do protesto no TABG

 

No Terminal da Baía de Ilha Grande (TEBIG) , em Angra dos Reis , os trabalhadores mostraram sua força e disposição de luta realizando atraso de uma hora na entrada do expediente.

Tebig 14-9

Trabalhadores no ‘Dia Nacional de Lutas em Angra dos Reis

Às  11 horas foi realizado um ‘Almoço Ato’ no CENPES , Ilha do Fundão, pelo ‘Dia Nacional de Lutas’ que contou com a participação de centenas de trabalhadores e trabalhadoras, entre terceirizados e efetivos.

“Esse almoço foi construído de forma conjunta entre os trabalhadores terceirizados e os efetivos aqui do CENPES. Mas o que precisa ser esclarecido para todos depois do anúncio da proposta de equacionamento do déficit da Petros é o seguinte: tudo o que o Pedro Parente tem feito na Petrobrás como gestor são atitudes irresponsáveis, levando à empresa para o buraco. A única coisa que falta para o Temer e Parente entregarem de vez a Petrobrás para o capital privado é sanar a dívida que a empresa tem com o fundo de pensão da Petros, esse é o último passo  para desmontar todo o sistema” – disse Rafael Sobreiro, petroleiro do CENPES e diretor do SINDIPETRO-RJ, revelando o verdadeiro interesse da atual gestão da Petrobrás na resolução do déficit da Petros.

Imagem: Samuel Tosta

Ainda nesta quinta, a partir de 17 horas acontece um grande ato no Centro do Rio de Janeiro com concentração na Igreja da Candelária.

Vale lembrar que o SINDIPETRO-RJ participa com a Federação Nacional dos Petroleiros (FNP), hoje, da primeira reunião com a Petrobrás para discutir o ACT 2017 iniciada às 15 horas no EDICIN, onde também no mesmo horário ocorreu um ato pelo ‘Dia Nacional de Lutas’.

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