Teletrabalho: FNP trata demandas com a Petrobrás

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Atualizado em 18 de dezembro de 2020

Federação Nacional reforçou pleitos importantes e pautou, novamente, questões sobre SMS não respondidas na reunião anterior

Na manhã desta quarta-feira (16/12), a Federação Nacional dos Petroleiros (FNP) participou de uma nova reunião do Grupo de Trabalho que acompanha o teletrabalho na Petrobrás. À tarde, o tema foi novamente pautado pela Federação, na reunião sobre SMS.

Esta foi a segunda reunião do GT. A primeira reunião do Grupo foi no dia 12 de novembro, em que a FNP reiterou a necessidade de a companhia custear despesas necessárias para a realização de trabalho, apresentou dados da pesquisa realizada pela Federação Nacional em parceria com o IBEPS, entre outras questões (Leia aqui, matéria sobre a 1ª reunião do GT, na íntegra)

Capacitação obrigatória para gestores – Para a FNP, o teletrabalho não é apenas uma mudança na modalidade de comunicação com a equipe (presencial ou à distância). São mudanças muito mais profundas em que é preciso, necessariamente, orientar e capacitar gerentes e coordenadores. Prova disso é o aumento das denúncias de assédio moral com o teletrabalho. Portanto, a FNP reforça seu pleito de capacitação obrigatória desses gestores; a volta da avaliação dos gerentes pelos empregados ou, no mínimo, que seja aberta uma pesquisa de avaliação dos gestores sobre sua condução no teletrabalho; que a escala de trabalho presencial seja contabilizada mensalmente, em vez de semanalmente.

Saúde e segurança no teletrabalho – A FNP pautou novamente questões de SMS não respondidas na reunião anterior, como: acidente de trabalho e emissão de CAT, solicitando também esclarecimentos acerca do padrão da empresa sobre nexo causal no caso do teletrabalho. A empresa informou que está avaliando cada caso. A FNP se comprometeu em sistematizar a análise do padrão e informar, via ofício, seus questionamentos, dúvidas e sugestões.

Carga horária de trabalho (entregas e condições de trabalho) – Na prática, como apontam a pesquisa da FNP e aquela realizada pela Petrobrás, a categoria está trabalhando mais no teletrabalho, demonstrando a insuficiência e superficialidade do item sobre escala e jornada de trabalho do padrão sobre o tema. A empresa ficou de dar um retorno sobre esse ponto na próxima reunião.

Postos de trabalho (baias, computadores e equipamentos) – Na primeira reunião do GT a FNP criticou a redução de milhares de postos de trabalho com o teletrabalho e sinalizou a necessidade de garantir postos de trabalho para os trabalhadores que necessitarem realizar atividades presenciais na empresa, fora do dia planejado. A hierarquia avaliou a sugestão da FNP e informou que serão garantidos espaço e equipamentos para esses casos.

Comunicação entre empregados e gestores imediatos e utilização de aparelhos pessoais – A empresa se comprometeu em responder na próxima reunião.

Mesa única – Mais uma vez, a FNP solicitou que, apesar das especificidades, um GT único sobre o tema, junto às subsidiárias.

Não foram chamados para essa reunião representantes da Transpetro, TBG e PBIO.

Fonte FNP

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