Representantes da Petrobrás explicam sobre mudanças no AMS e Benefício Farmácia para aposentados Aposentados 3 6 3

Representantes da Petrobrás explicam sobre mudanças no AMS e Benefício Farmácia para aposentados

Nesta terça-feira (6), com um auditório lotado, o Sindipetro-RJ realizou mais uma vez a reunião mensal dos Aposentados que nesta edição contou com a presença  de representantes da Petrobrás que realizaram apresentações sobre o AMS e Benefício Farmácia (BF).

Encabeçados por Maurício Lopes Ferreira, gerente Setorial de Relações Sindicais (RH/RRH/RS) participaram da mesa Augusto Paulo Marques Linhares Pinto, gerente de Planejamento e Desenvolvimento em Saúde (RH/AMS/PDS; Cinthya Bellido, médica da Gerência de Planejamento e Desenvolvimento em Saúde (RH/AMS/PDS); Darien Manhaes Caldas, médico da Gerência de Planejamento e Desenvolvimento em Saúde (RH/AMS/PDS); Leandro Nildo Pfaffenzeller, administrador da Gerência de Administração e Finanças da Saúde Suplementar (RH/AMS/AFSS); Jussara Maria Villas Boas de Andrade, dentista da Gerência de Orientações e Práticas de Relacionamento (RH/AMS/POR) e D’Artagnan Dias Lemos, técnico da Gerência Setorial de Relações Sindicais (RH/RRH/RS).

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A Resolução 23-2018 do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão alterou as regras de custeio dos planos de saúde das estatais foi o primeiro ponto a ser esclarecido na abertura do encontro.

“A companhia está fazendo uma avaliação junto ao seu departamento jurídico, observando as questões normativas de resolução. Por enquanto, a posição da Petrobrás é respeitar o direito adquirido, mas é preciso ver o limite disso. Depois de se ter uma posição definida, a empresa vai a Brasília discutir essa resolução. Atualmente, não existe nada consolidado sobre isso, e no momento o que prevalece é o que foi assinado no ACT 2017/19” – disse Mauricio Lopes Ferreira.

Sobre o custeio do AMS e o seu custeio a partir da relação 70% (Petrobrás)x 30% (ativos e inativos), Leandro Nildo Pfaffenzeller, administrador da Gerência de Administração e Finanças da Saúde Suplementar (RH/AMS/AFSS) explicou o reajuste da tabela em 1,73% retroativo a setembro de 2017 e com a criação de faixas salariais para delimitação do custeio:

“Atualmente, a inflação médica se apresenta como maior do que o reajuste salarial dos empregados, por isso houve a necessidade de readequamento para que essa situação de custeio não fosse requerer um reajuste traumático daqui a cinco anos. O envelhecimento das pessoas faz com que o custo médico fique alto” – tentou justificar.

Sobre o novo modelo de coparticipação do BF a médica Cinthya Bellido justificou que a nova modalidade segue padrões internacionais que visam diminuir custos da empresa com medicamentos. Após sua apresentação Cinthya e o médico Darien Manhães Caldas foram bastante inquiridos sobre o valor mínimo (R$ 150) para compra de medicamentos conforme a tabela de doenças do BF, além disso,  fizeram esclarecimentos sobre o sistema de entrega (delivery). Como as dúvidas eram muitas, o diretor do Sindipetro-RJ pediu que os aposentados e pensionistas do sistema Petrobrás encaminhassem suas dúvidas para a secretaria de Aposentados e Pensionistas do sindicato.

Ao final, o representante do jurídico do Sindipetro-RJ fez um relato sobre a situação da Ação Civil Pública para impedir o desconto extraordinário para o equacionamento do Plano Petros 1.

Foi informado que a ação (0302109-13.2107.8.19.001) impetrada em 27 de novembro de 2017, teve dois indeferimentos. No dia 2 de março, o sindicato entrou novamente com um pedido de antecipação de tutela, e na última segunda (6) a juíza em exercício fez um despacho em que solicita o parecer urgente do Ministério Público Estadual. O Sindipetro-RJ ainda aguarda pronunciamento quanto ao mérito. Confira o despacho da juíza.

No encerramento, Roberto Ribeiro informou que o Sindipetro-RJ já realiza agendamentos pelo telefone (21) 3034-7331 para realização do Imposto de Renda (IR), exercício 2017.

Na próxima sexta-feira será realizado um grande ato em frente à sede da Fundação Petros , na rua do Ouvidor, 98, contra o Equacionamento Paritário do Déficit de R$27,7 bi, a partir de 12h30,

 

 

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